Verde com nuances acinzentadas, o tom escolhido pelo COLOUR Futures 2027 , estudo exclusivo da Tintas Coral, traduz uma mudança de comportamento: depois do excesso, buscamos casas mais humanas, sensoriais e conectadas ao essencial!
E se a próxima grande tendência da decoração não fosse sobre ter mais, mas sobre sentir mais?
É justamente essa mudança de comportamento que está por trás da escolha da Pedra Natural como Cor do Ano da Tintas Coral 2027. Um verde-claro, delicado e levemente acinzentado, que chega como tradução cromática de um desejo cada vez mais presente: viver em espaços que nos acolham, desacelerem e nos reconectem com aquilo que realmente importa.

A escolha faz parte do ColourFutures 2027, estudo global de tendências da AkzoNobel, fabricante das Tintas Coral, que há 23 anos investiga transformações sociais, culturais, econômicas e comportamentais para entender não apenas quais cores estarão em alta, mas o que elas dizem sobre o mundo em que estamos vivendo.
Para 2027, a resposta atende pelo nome de “O Viver Elemental”.
E talvez seja justamente aí que esteja a força dessa tendência: em vez de apostar em uma estética passageira, o estudo olha para uma questão muito mais profunda: como queremos nos sentir dentro de casa?
Depois do excesso, a casa volta ao essencial
Vivemos cercados por informação, estímulos, telas, notificações e uma quantidade quase infinita de escolhas. Ao mesmo tempo em que a tecnologia aproxima, ela também pode criar uma sensação de distanciamento.
Nesse cenário, a casa ganha um novo papel.
Mais do que cenário para a vida, ela passa a funcionar como refúgio, espaço de restauração e território de reconexão.

É essa percepção que orienta o ColourFutures 2027. O estudo identifica uma busca global por uma vida mais leve, menos sobrecarregada e mais conectada às experiências reais.

“Vivemos um momento em que pessoas de diferentes partes do mundo compartilham uma mesma sensação de sobrecarga, seja pelos acontecimentos ao nosso redor, seja pelo excesso digital”, explica Heleen van Gent, Diretora Criativa do Centro de Estética Global da AkzoNobel.
Segundo ela, essa necessidade se reflete diretamente nos espaços onde vivemos: “A ideia é recuperar a conexão com o que há de mais humano e essencial em nossas vidas.”
E é justamente nesse ponto que a Pedra Natural encontra seu significado.
Por que o verde?
Não é por acaso que a cor escolhida para 2027 pertence à família dos verdes.
Historicamente associada à natureza, ao crescimento e à vida, essa família cromática carrega uma espécie de memória coletiva. O verde nos remete à vegetação, às paisagens e à sensação de equilíbrio.

A Pedra Natural acrescenta a essa relação uma camada mais sofisticada e contemporânea.
Seu fundo suavemente acinzentado faz com que o verde perca qualquer excesso de saturação e se transforme em uma tonalidade extremamente versátil para interiores.
É uma cor que pode aparecer como protagonista em uma parede inteira, envolver um ambiente ou simplesmente funcionar como pano de fundo para madeira, pedra, tecidos naturais e objetos afetivos.
E há ainda outro detalhe interessante: a percepção da cor muda com a luz.
Ao longo do dia, a mesma parede pode revelar nuances diferentes, mais verdes, mais acinzentadas ou mais luminosas, criando uma experiência menos estática e mais sensorial.
“Pedra Natural tem uma característica especialmente interessante para os interiores: ela aproxima a natureza sem exigir que o ambiente siga uma estética específica”, afirma Priscila Perez, Gerente de Cores e Relacionamento Brasil de Tintas Decorativas da AkzoNobel.
Uma cor, três maneiras de viver
A Pedra Natural não aparece sozinha.
Para traduzir os diferentes desejos identificados pelo estudo, o ColourFutures 2027 criou três paletas: Estar Perto, Deixar Ir e Chamar para Si.
Embora tenham personalidades distintas, todas partem de uma mesma ideia: uma casa capaz de acompanhar diferentes estados de espírito.
Estar Perto: a casa como lugar de afeto
Aqui, o ponto de partida é a conexão.
A paleta valoriza objetos, materiais e histórias que carregam memória. Argila, terra e pedra aparecem como referências aos primeiros abrigos humanos, enquanto tons terrosos encontram lilases e a Pedra Natural.
O resultado é uma combinação que equilibra aconchego, memória e contemporaneidade.
É a paleta para quem acredita que uma casa bonita não precisa parecer recém-saída de uma loja — ela precisa parecer vivida.

Cores: Pedra Natural, Peça de Teatro, Creme Brulée, Mar Cósmico, Bege Costeiro, Branco Unicórnio, Grinalda, Fotografia Antiga, Pote de Argila e Espada de Metal.
Deixar Ir: menos informação, mais respiro
Se existe uma palavra que define essa paleta, ela é descompressão.
Marrons, cinzas, azuis suaves e a Pedra Natural criam uma composição discreta, pensada para reduzir o excesso de estímulos.
A proposta conversa diretamente com uma tendência que já aparece no design de interiores: a valorização de ambientes visualmente mais tranquilos, nos quais poucos elementos têm espaço para realmente aparecer.
Aqui, a luz, os materiais e a arquitetura assumem protagonismo.
É quase uma resposta estética à pergunta: e se a nossa casa também pudesse nos ajudar a desligar?

Cores: Pedra Natural, Troféu de Prata, Nevoeiro Romano, Pelicano, Outono Gelado, Azul Écharpe, Canto Moderno, Cinza Clássico, Azul Astral e Grão de Cacau.
Chamar para Si: espaço para imaginar
Mas viver de maneira mais essencial não significa abrir mão da cor.
A terceira paleta traz justamente o contraponto: imaginação, alegria e criatividade.
Ocres, rosas suaves, verdes e neutros criam uma composição mais vibrante, tendo novamente a Pedra Natural como elemento de ligação.
É uma paleta que entende a casa como um lugar não apenas para descansar, mas também para sonhar, criar e experimentar.
Porque o essencial não precisa ser minimalista. Pode ser afetivo, colorido, inesperado — desde que tenha significado para quem vive ali.

Cores: Pedra Natural, Lilás Suave, Selva Nativa, Segredo Maia, Rosa Empoeirada, Ágata Musgo, Argila de Oleiro, Louça de Prata, Mensagem Secreta e Cinza Armadura.
O que a Cor do Ano diz sobre o futuro da decoração?
Talvez a principal tendência apontada pelo ColourFutures 2027 não seja exatamente uma cor.
É uma mudança de olhar.
Durante anos, o design de interiores esteve muito associado à novidade: trocar, renovar, acompanhar tendências, consumir lançamentos.
Agora, cresce a valorização de uma casa que faz sentido para quem mora nela.
Materiais naturais, memória afetiva, iluminação, texturas, conforto e cores capazes de produzir sensações passam a ter o mesmo peso — ou até mais — do que simplesmente seguir uma estética.

A Pedra Natural representa justamente essa transição.
Ela não chega para impor uma decoração. Chega para criar uma atmosfera.
E talvez seja essa a grande pista sobre o morar de 2027: menos casas feitas para impressionar quem chega e mais casas pensadas para acolher quem fica.

Afinal, o novo luxo pode ser sentir-se em casa.
#CorDoAnoCoral2027 #PedraNatural #OViverElemental #Coral2027 #Tendencias2027 #Decoracao2027 #ArquiteturaEInteriores #DesignDeInteriores #TendenciasDeDecoracao #CasaVidaPratica